As decisões tomadas antes da cirurgia acompanham você pelas próximas décadas — por isso, aqui, a consulta leva o tempo que for necessário.
CRM/RS 29776 · RQE 23731
O primeiro contato com a oftalmologia aconteceu ainda no primeiro ano da faculdade, em um estágio de férias. Desde então a dedicação à especialidade nunca cessou. São mais de 20 anos de atuação.
“As cirurgias oftalmológicas me encantam: exigem precisão, delicadeza, e permitem entregar um resultado que pode fazer diferença real na vida do paciente.”
Formação:
Cursou Medicina na PUCRS entre 2000 e 2005 e, em 2006, iniciou a residência médica na Santa Casa de Porto Alegre, concluída três anos depois, no início de 2009.
Na sequência, mudou-se para São Paulo, onde permaneceu por três anos e meio. Nesse período, realizou dois aperfeiçoamentos — um em Retina Clínica e Cirúrgica, no Instituto Suel Abujamra, e outro em Uveítes, na Santa Casa de São Paulo — além de atuar diretamente em cirurgias de catarata ao longo de toda formação prática.
De volta a Porto Alegre, ingressou em 2013 no setor de Retina da Santa Casa, onde orienta residentes, realiza cirurgias de retina e atua no tratamento cirúrgico das complicações da catarata.
O primeiro contato é feito por WhatsApp, com a secretária pessoal da Dra. Michele. Ela recebe seu caso, esclarece as dúvidas iniciais e orienta os próximos passos até a consulta — sem robôs, sem formulários longos e sem espera em centrais de atendimento.
É na consulta de avaliação que o processo cirúrgico realmente começa. Alem de um exame minucioso do olho, são realizadas as medições que permitem calcular a lente intraocular adequada. A Dra. Michele também investiga a rotina do paciente: se dirige à noite, se lê com frequência, se passa longos períodos diante do computador, se viaja regularmente.
Existem lentes que corrigem uma única distância visual e outras que corrigem múltiplas distâncias, alem de opções específicas para astigmatismo. A indicação mais adequada depende das medidas do olho, saúde ocular e rotina de cada paciente, e é definida ao final da consulta. Nesse momento que as expectativas do paciente são alinhadas com o que os achados do exame permitem esperar como resultado.
A cirurgia de catarata é um procedimento seguro, mas delicado. Exige alta precisão técnica em todas as etapas, da avaliação pré-operatória ate o momento da cirurgia em si. Trata-se de um procedimento ambulatorial: sem internação e sem anestesia geral. A anestesia é feita com sedação e um bloqueio peribulbar, e cada olho é operado individualmente. Ainda no mesmo dia, o paciente retorna para casa, retira o curativo e inicia o uso dos colírios.
A cirurgia termina no mesmo dia. O acompanhamento, não. Os retornos são programados conforme a evolução de cada paciente, todos conduzidos pela Dra.Michele. Ao longo de todo pós-operatório, o paciente tem o contato pessoal da própria Dra. Michele, disponível sempre que necessário, sem depender de centrais de atendimento.
Do primeiro exame ao último retorno, quem examina, opera e acompanha é ela.
Locais de atendimento:
Retina Center
R. Tobias da Silva, 120 - Sala 1401 - Moinhos de Vento
51 3022-2010
Oftalmocentro
Av. Nilo Peçanha, 724 - 4º andar - Petrópolis
51 3316-3000
A catarata provoca uma perda gradual de nitidez e qualidade visual — muitas vezes tão lenta que o próprio paciente nao percebe, pois o cérebro vai se adaptando à redução da visão. Por isso é mportante manter revisões periódicas mesmo quando a visão parece estar bem: é no exame que se avalia a progressão da catarata e a real necessidade de indicação cirúrgica.
Um fator determinante nessa decisão é a qualidade de vida do paciente em relação à sua acuidade visual. Não existe um “momento certo” igual para todos.
Não necessariamente. A partir dos 55 anos, mesmo sem catarata avançada, já é possível realizar a cirurgia facorrefrativa – que substitui o cristalino por uma lente intraocular moderna – como forma de reduzir a dependência de óculos. Antes dessa idade, a indicação cirúrgica costuma estar associada à presença de catarata e à perda visual que ela provoca.
Não. A cirurgia é realizada com anestesia local, e um anestesista acompanha todo procedimento, pronto para manejar qualquer sintoma que possa surgir. É comum sentir um leve desconforto ou sensação de areia nos olhos nas primeiras horas após a cirurgia – algo temporário, que costuma ceder com o uso correto dos colírios prescritos. A equipe de anestesia que acompanha a Dra Michele tem mais de 25 anos de experiência em cirurgias oftalmológicas, o que garante segurança tanto durante o procedimento quanto no pós operatório. Caso necessário, também são prescritas medicações analgésicas.
Não. A cirurgia é um procedimento ambulatorial: o paciente comparece ao bloco cirúrgico já com as orientações de jejum e uso de medicações definidas na consulta pré-operatória. Apos o procedimento, segue para a sala de recuperação e, assim que estiver confortável, desperto e realizar uma refeição leve, é liberado – acompanhado.
Do preparo até a saída, o paciente costumapermanecer na clínica apenas por algumas horas, sem necessidade de pernoite.
Não. Por segurança, os dois olhos são operados em datas separadas, com intervalo definido caso a caso.
Essa prática reduz o risco de uma complicação atingir os dois olhos ao mesmo tempo e permite acompanhar a recuperação do primeiro olho antes de avançar para o segundo – inclusive ajustando o cálculo da lente com base no resultado já obtido.
Depende da recuperação de cada paciente, avaliada nas consultas de retorno. Não existe um prazo igual para todos. Em geral, para trabalhos de escritório e atividades leves, a liberação costuma ocorrer entre 3 a 5 dias. Para dirigir, o critério é a visão atingir a acuidade necessária para uma condução segura, o que a Dra. Michele confirma nos retornos, geralmente dentro de 5 a 7 dias. Atividades físicas mais intensas ou trabalho com esforço, poeira ou produtos químicos exigem um prazo maior.
Depende. A resposta varia conforme a saúde ocular do paciente, suas necessidades cotidianas e os achados dos exames oftalmológicos. A boa notícia é que as lentes intraoculares evoluíram muito nos últimos anos: hoje existem opções modernas, capazes de corrigir mais de uma distância visual e até o astigmatismo, o que amplia bastante as chances de reduzir – e em muitos casos eliminar – o uso de óculos no dia a dia. A lente mais adequada para cada caso é definida na consulta de avaliação.
Não. A lente intraocular implantada é definitiva e não tem prazo de validade. Ela permanece no olho pelo resto da vida do paciente. A troca de lente é um procedimento de risco elevado, reservado a casos específicos de complicação, e por isso a escolha da lente é uma das decisões mais importantes da consulta pré-operatória.
Sim. É necessária uma avaliação minuciosa das alterações oftalmológicas secundárias ao diabetes, alem da confirmação do controle glicêmico junto ao médico responsável pelo acompanhamento clínico. Se houver sinais de retinopatia diabética, é fundamental que estejam tratados e estabilizados antes da cirurgia – pois, mesmo bem sucedido, o procedimento pode acelerar a progressão da doença ocular caso ela não esteja controlada. Por atuar como retinóloga, a Dra. Michele conduz essa avaliação de perto e, quando necessário, realiza ela mesma o tratamento das alterações encontradas, antes de seguir com a cirurgia de catarata.
Não. Uma vez removida, a catarata não volta. O que pode ocorrer, em alguns casos, meses ou anos depois, é uma opacidade natural na estrutura que sustenta a lente – algo diferente da catarata, resolvido com um procedimento a laser, sem necessidade de nova intervenção cirúrgica.